domingo, 17 de maio de 2009


Nem sei mesmo o que me deu na cabeça
pra fazer tanta besteira na vida, embora
ache que todas essas besteiras foram
importantes na minha visão do me impor
perante todos e tudo. Visão que as vezes
me atormenta, acho que é porque não estou
segura de tudo, sei lá...

quinta-feira, 14 de maio de 2009


Decifra-me

Não venha me falar de razão,
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência,
Eu sou pura emoção.
Tenho razões e motivações próprias,
Sou movido por paixão,
Essa é minha religião e minha ciência.

Não meça meus sentimentos,
Nem tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos,
Eu e minha alma.
Sua incerteza me fere,
Mas não me mata.
Suas dúvidas me açoitam,
Mas não deixam cicatrizes.

terça-feira, 12 de maio de 2009


Queria que estivesse a me escutar agora, saberia tanta coisa que por descuido ou desinteresse, não escutas ao pronunciar para ti, e que agora sozinha, vivo a repeti.

domingo, 10 de maio de 2009

sábado, 25 de abril de 2009

Nervos...

Você gosta de mim. Eu sei. Você é adorável.
Mas há dias, eu reconheço, em que me canso
e me aborreço de ver você brincar de criança
insuportável.
Viver sempre caçoando e rindo é interessante,
mas não é tudo, não é mesmo?
Esta noite, estou mal... Não é nada importante,
São meus nervos... você bem sabe, não é mesmo?
Por qualquer causa eu choraria, nesse instante.
Não fale tanto! Não se agite, meu amor...
Essa adorável voz me irrita e me faz mal.

sábado, 5 de maio de 2007

Quem Me Dera...
Quem Me Dera Poder Contar
Tudo Que Já Vivi...
Quem Me Dera Poder Falar Das Dores Que Já Sofri...
Quem Me Dera Poder Viver
Tudo Que ,Infelizmente ,Eu Não Vivi...
Quem Me Dera Sair Do Meu Interior...
Retomar Tudo De Novo...
Ir Para Onde Não Houvesse Dor E
Jamais Me Lembrar Do Que Fingi Que Esqueci...
Quem Me Dera Ser Mais Que Uma Pessoa
E Ir Além Do Meu Próprio Fim...
Quem Sabe, Neste Novo Querer, Eu Gostasse Mais De Mim?
Quem Dera ,Amigos , Que Vocês, Em Tempo Algum, Se Sentissem
Assim...
Sem Início, Meio E Fim...
Autora: Mariluci Carvalho de Souza(Hanna)

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Decifra-me

Não venha me falar de razão,
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência,
Eu sou pura emoção.
Tenho razões e motivações próprias,
Sou movido por paixão,
Essa é minha religião e minha ciência.

Não meça meus sentimentos,
Nem tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos,
Eu e minha alma.
Sua incerteza me fere,
Mas não me mata.
Suas dúvidas me açoitam,
Mas não deixam cicatrizes.

Não me fale de nuvens,
Eu sou Sol e Lua,
Não conte as poças,
Eu sou mar,
Profundo, intenso, passional.
Não exija prazos e datas,
Eu sou eterno e atemporal.

Não imponha condições,
Eu sou absolutamente incondicional.
Não espere explicações,
Não as tenho, apenas aconteço,
Sem hora, local ou ordem.
Vivo em cada molécula,
Sou o todo e sou uno,
Você não me vê,
Mas me sente.

Estou tanto na sua solidão,
Quanto no meu sorriso.
Vive-se por mim,
Morre-se por mim,
Sobrevive-se sem mim.
Eu sou começo e fim,
E todo o meio.

Sou seu objetivo,
Sua razão que a razão
Ignora e desconhece.
Tenho milhões de definições,
Todas certas,
Todas imperfeitas,
Todas lógicas apenas
Em motivações pessoais,
Todas corretas,
Todas erradas.

Sou tudo,
Sem mim, tudo é nada.
Sou amanhecer,
Sou Fênix,
Renasço das cinzas,
Sei quando tenho que morrer,
Sei que sempre irei renascer.
Mudo protagonista,
Nunca a história.

Mudo de cenário,
Mas não de roteiro.
Sou música,
Ecôo, reverbero, sacudo.
Sou fogo,
Queimo, destruo, incinero.
Sou água,
Afogo, inundo, invado.
Sou tempo,
Sem medidas, sem marcações.
Sou clima,
Proporcional a minha fase.
Sou vento,
Arrasto, balanço, carrego.
Sou furacão,
Destruo, devasto, arraso.
Mas sou tijolo,
Construo, recomeço...
Sou cada estação,

No seu apogeu e glória.
Sou seu problema
E sua solução.
Sou seu veneno
E seu antídoto
Sou sua memória
E seu esquecimento.
Eu sou seu reino, seu altar
E seu trono.

Sou sua prisão,
Sou seu abandono e
Sou sua liberdade.
Sua luz,
Sua escuridão
E seu desejo de ambas,
Velo seu sono...
Poderia continuar me descrevendo
Mas já te dei uma idéia do que sou.
Muito prazer, tenho vários nomes,
Mas aqui, na sua terra,

Chamam-me de AMOR.